Olá amigos, para a postagem da coluna "Diário de um Strateiro" referente ao mês de Dezembro, trago essa magnífica Condor ilustrada pelo nosso amigo e colaborador do blog Erich Von Farah (conforme explicado antes, nessa coluna irei abrir um espaço para outros instrumentos, acredito que o que está realmente em jogo nessa coluna é o testemunho, a experiência com as variadas ferramentas musicais, essa é a grande relevância do diário) e nesse caso temos outro clássico! Fiquem com a narrativa do Fernando, abraços!
Olá pessoal, recentemente adquiri uma Condor JC 501 e muitos amigos me questionaram sobre o modelo em questão, devido a isso resolvi contar um pouco das minhas impressões, então vamos lá:
Olá pessoal, recentemente adquiri uma Condor JC 501 e muitos amigos me questionaram sobre o modelo em questão, devido a isso resolvi contar um pouco das minhas impressões, então vamos lá:
Nome: Condor
Modelo: Semi Acústica
Serie: JC 501
Madeira do corpo: Mogno
Madeira do braço: Mogno - Set in
Escala: Rosewood
Hardware: Black
Corpo - Shape: Semi Acústica padrão ES335
Número de casas: 22
Configuração dos captadores: H/H
Captadores: Humbucker cerâmicos
Controle: 1 Volume - 1 Tone
Cores: Natural, Cherry (ambas cores opacas/sem brilho)
Fabricação: Made in China
Fabricante: Condor
- Construção/Acabamento:
Trata-se de uma semi acústica "padrão" no estilo Gibson ES-335, contendo um bloco central sólido.
O corpo e braço são de Mogno asiático, porém com uma qualidade acima da média do que encontramos em guitarras chinesas; o acabamento permite que notemos a qualidade da madeira e a construção do instrumento, que na minha opinião, é muito bem feito.
Não existindo falhas, rebarbas, defeitos ou qualquer coisa do tipo; ponto positivo para a Condor.
Esse é o segundo modelo que eu adquiro, sendo o primeiro com o acabamento Cherry - "avermelhado", que acabei precisando vender depois de um tempo.
O modelo que possuo atualmente, acabei fazendo algumas modificações estéticas para ressaltar o visual da guitarra, que ao meu ver faltava um "up".
- Timbre:
O timbre não foge do padrão, é encorpado e cheio de graves como toda boa semi acústica. Apesar de ser um instrumento mais utilizado em Blues e Jazz, é uma guitarra bem versátil que pode ser encaixada em qualquer estilo musical,apenas é preciso se atentar para estilos que exijam muito ganho em overdrives, o que acaba gerando uma microfonia (principalmente se estiver muito próximo do amplificador).
Os captadores são simples e não tem nada demais, de imediato me agradaram, porém pela estrutura da guitarra, um upgrade nessa parte é necessário.
- Pontos positivos:
O principal diferencial dessa guitarra é a construção, sendo ela de uma qualidade muito acima da média, só que por um preço muito menor em relação a suas concorrentes (Epiphone Dot, Epiphone Studio, Crafter, Tagima, Shelter, Hofma, etc).
- Pontos negativos:
As tarraxas são um pouco folgadas e não seguram muito a afinação, com um bom aperto nos parafusos isso melhora um pouco, mas a troca delas (junto a um nut da graphtech ou de osso) melhoraria muito o problema em questão.
Os captadores são simples demais para uma guitarra que tem uma construção como essa, portanto captadores com uma boa qualidade deixarão a guitarra falando alto!
- Conclusões
Resumindo tudo o que eu disse até agora, é uma guitarra com uma excelente construção que com pequenos ajustes se torna um instrumento para a vida toda.





