terça-feira, 23 de agosto de 2016

Guitarra roubada: Fender Stratocaster Standard 92' - Made in USA


Atenção galera

Instrumento Roubado! Compartilhar Por Favor!

Se alguém souber de algo entrem em contato com o blog ou avisem pelo Facebook para Ewerson Alemaao!

Link para contato:


Guitarra: Fender  
Modelo: Stratocaster
Série: Standard
Cor: Preta
Escala: Rosewood
Fabricação: Made in USA
Ano: 1992

Furtada no dia 21/07/2016 para 22/07/2016 na cidade de Maceió / Alagoas. 

Status: AINDA NÃO ENCONTRADA!!
















Desde já agradecemos se vocês pudessem compartilhar no Facebook ou nos fóruns de instrumentos, vamos achar a guitarra para o seu verdadeiro dono, algumas pessoas podem achar que não mudará nada mas compartilhar e divulgar na internet faz uma enorme diferença. Só quem já teve um instrumento roubado sabe e entende o desespero que é, e na maioria das vezes ainda é o instrumento de trabalho das vítimas, qualquer coisa entrem em contato. 

William de Oliveira

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Vintage V6M Reissued Series - Made in China


Com vocês, o enigmático Erich Von Farah:

Marca: Vintage
Modelo: Stratocaster
Série: V6M Reissued
Braço: Maple
Corpo: Alder
Ponte: Wilkinson Big Block
Captadores: Wilkinson (Alnico)
Cor: A marca define como "Fireza Red" (Fiesta Red)
Tarraxas: Wilkinson
Fabricação: Made in China
Ano: Fabricação Pós 2010'

Hoje venho apresentar à vocês uma Strato com timbre de Strato!

Senhoras e senhores, lhes apresento:




Vintage V6M Reissued

Não é a toa que a marca Vintage fez um baita sucesso no Brasil, Trev Wilkinson conseguiu desenvolver instrumentos de qualidade por um preço justo! Esse é o terceiro instrumento da marca que já passou pelas minhas mãos, e todos me surpreenderam positivamente.

Som

Strato tem que ter som de strato, e essa cumpre seu papel de forma magnífica! Ja toquei em diversas stratos que soavam "mornas", e isso é bem frustrante para um modelo que possui um timbre tão marcante.




Os captadores em alnico cumprem bem o seu papel, mantendo toda a dinâmica e pegada da guitarra. Sendo limpo e cristalino nos cleans, e rasgado e cheio de ataque com overdrives. O captador do meio é ligado em polaridade reversa, cortando o "hum" nas posições 2 e 4.

Os knobs de tone também apresentam uma boa sensibilidade, permitindo novas sonoridades e ampliando ainda mais a versatilidade da guitarra.




Os captadores apresentam um bom desempenho e sua troca só seria necessária para guitarristas que procuram sonoridades mais específicas (humbucker, single stack, etc).

Designed

A Vintage busca manter o visual clássico de seus instrumentos. Cores tradicionais que remetem à essência vintage.






A marca possui também modelos com "relic" de fábrica, dando um ar envelhecido muito interessante para aqueles que buscam "reviver o passado". O único diferencial fica por conta do headstock, onde a marca preferiu desenvolver um modelo exclusivo.

Hardware




Todas as ferragens são Wilkinson! Tarraxas vintage ez lock que garantem maior estabilidade na afinação, além da ponte com big block, aumentando a sustentabilidade das notas. Os modelos "relic" apresentam desgaste e ferrugem de fábrica.





Madeiras 

Alder no corpo e maple no braço... matéria prima tradicional para um modelo tradicional, hehe. Vale ressaltar que a linha Reissued é toda em American Alder, sendo que a linha Icon apresenta Poplar no corpo dos instrumentos. Muitas pessoas desconhecem essa informação e acabando desvalorizando (as Reissued) ou super faturando (as Icon) na hora da venda/compra. Essa diferença de madeiras não significa que as Icon sejam inferiores, ambos modelos apresentam bom desempenho, porém com características diferentes.






Conclusão 

Um instrumento de custo x benefício inigualável. Mais barata que a maioria das concorrentes, porém com características bem superiores. Facilmente comparada às Fender's Mexicanas e séries especiais da Squier (Classic Vibe, Vintage Modified, etc..) Hardware e captadores que não exigem substituições, além de madeiras e construção de qualidade. Talvez o único ponto negativo seja o headstock, que foge do clássico "padrão Fender" e pode não agradar à todos.


Erich Von Farah

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Planejamento para 2016 das postagens do Blog


Olá amigos Strateiros, em 2015 eu estava conseguindo manter uma média de dez postagens por mês e naquela época eu estava mantendo e elaborando dentro das já tradicionais colunas:

- Amigo Strateiro (AINDA EM FUNCIONAMENTO)

Todo mês eu convido um amigo a postar e compartilhar sua experiência com sua Stratocaster na forma de uma entrevista semi estruturada, usando como único critério que a pessoa ainda tenha a guitarra e que seja exclusivamente Stratocaster.

- Raridade do mês (DESATIVADO)

Onde é criteriosamente escolhido uma guitarra Stratocaster considerada raridade para postar, pode ser antiga, nova, com tiragem limitada, vintage, etc.

- Galeria de arte Stratocaster (DESATIVADO)

Seguindo o tema do mês, são mostradas muitas fotografias da guitarra/marca que está sendo abordada durante o mês.

- Diário de um Strateiro (AINDA EM FUNCIONAMENTO)

É feita a narração de uma história popular juntamente com o instrumento, nesse caso eu abro aqui uma exceção: qualquer modelo, inclusive violões e baixos.

- Um pouco de história (DESATIVADO)

Onde é pesquisado e compartilhado a história de uma marca responsável pela produção da guitarra Stratocaster, bem como a abordagem do seu histórico de produção na fábrica: madeiras, nacionalidade, curiosidades, etc.

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Para esse ano de 2016 eu resolvi colocar à extinção todas essas colunas, mantendo apenas a coluna Amigo Strateiro e a coluna Diário de um Strateiro. Entretanto, trago a criação da nova coluna "Stratosfera", onde a ideia é trazer novidades sobre pedais, amplificadores, captadores entre outras novidades. Vou manter apenas essas três colunas em funcionamento para poder trazer maior diversidade para o blog, se não ele ficará sempre com os mesmos posts e sempre muito repetitivo.

Como disse anteriormente, estou aceitando novos colaboradores para o blog. Você gosta de escrever? Gostaria de postar artigos sobre guitarras, pedais, amplificadores e tudo mais do universo musical? Venha mostrar para a gente seus conhecimentos. Para entrar em contato comigo, meu endereço de email é lwnk@bol.com.br ou entre em contato comigo pelo Facebook, basta procurar por William de Oliveira, estarei esperando por você!

Também gostaria de agradecer aos leitores que me procuram diariamente para tirar dúvidas, nem sempre respondo imediatamente mas tento entrar em contato o mais breve possível! Muitas pessoas ainda me procuram pelo Facebook ou por email para tirar dúvidas, peço que neste caso não seja nas redes sociais e muito menos por email, NÃO VOU TIRAR DÚVIDAS POR EMAIL E NEM PELO FACEBOOK, postem aqui no campo dos comentários que responderei assim que possível, não irei mais tirar dúvidas por outros lugares, apenas por aqui no blog! Por enquanto é só pessoal, abração e Rock on!!





William de Oliveira

sábado, 28 de maio de 2016

Pedal Boss Acoustic Simulator AC-3, um dos piores pedais já feitos pela Boss



Olá amigos, inaugurando a nova coluna do Blog com o nome de "Stratosfera", para a primeira postagem da coluna eu juro que tentei dar um título que fosse menos sensacionalista para a postagem mas acho que não consegui. A Boss é uma das marcas mais famosas de pedais de todos os tempos e que certamente é dona da maior parte dos pedais vendidos do mercado, mas que nem sempre acerta em agradar o público com certos lançamentos e relançamentos. A lista de pedais que não têm boa aprovação popular vai desde os drives e distorções mais antigas e fora da linha de produção atual como o Heavy Metal HM-2, o Digital Metalizer MZ-2, o Hyper Metal HM-3, até os atuais e tão menos aclamados como o Metal Zone MT-2 ou o Compression Sustainer CS-3, mas acho que nenhum desses pedais dessa lista que encabeça os modelos mais rejeitados pelos usuários e adoradores da Boss me decepcionou tanto quanto o Acoustic Simulator AC-3. 





Comprei esse pedal novo esse ano de 2016 através de um amigo que me vendeu por ter usado o pedal por um tempo muito curto, estava em estado de zerado, com caixa e todos os manuais. Estávamos em formação recente da nossa banda e eu não tinha dinheiro suficiente para comprar um bom violão para tocar algumas poucas músicas do repertório que faríamos e que precisava serem feitas no violão e naquela de economizar e "quebrar o galho" acabei entrando na onda do AC-3. Eu tinha visto vários vídeos profissionais (a maioria propaganda da própria Boss) e não profissionais e mais "caseiros" do pedal para ter uma ideia do que eu encararia de frente caso decidisse por adquirir a unidade e confesso que gostei bastante do que vi, inicialmente, seria a estratégia mais eficaz e barata para poder tocar as músicas do setlist no violão, mas "sem ter um violão". Entusiasmado pela boa resposta dos vídeos, fechei a compra do pedal com esse amigo e fui para casa cheio de esperança testar o pedal. Antes de ligar e testar, li praticamente quase todo o manual e encontrei alguns exemplos de regulagens para Single e para Humbucker, o que me agradou bastante a ideia de poder testar com guitarras e captadores diferentes. Testei o pedal com várias guitarras que tenho aqui em casa e inicialmente até me dei por satisfeito, mas o que eu não sabia e infelizmente logo iria descobrir é que usar esse pedal para tocar em casa no seu quarto é uma coisa, tocar com o pedal na banda é outra experiência totalmente diferente.




O pedal apresenta quatro opções diferentes de regulagens chamadas de Jumbo, Standard, Enhance e Piezo. As quatro opções simulam quatro tipos timbristicos diferentes de violões. variando as possibilidades de acordo com o tipo de captadores que você está usando. O problema começa quando você liga o pedal e misteriosamente aciona ruídos aos seu som, aquele tradicional "HUM" aparece e você fica se questionando o motivo, já que o pedal não deveria teoricamente apresentar essa característica. O pedal quando mal regulado, adiciona uma espécie de compressão ao som fazendo com que o timbre fique de um violão muito ruim, vai ser mais perceptível tocando junto à uma banda do que tocando apenas com uma guitarra em baixos volumes e dentro de casa. Além disso, quando regular em captador Single, cuide bem para não colocar com altos valores ou nada muito perto do máximo o knob TOP, para que não fique com aquela característica de timbre metalizado, isso mesmo, sai um som metalizado de violão insuportável. Eu me enganei muito vendo os vídeos no Youtube, aquele timbre maravilhoso de violão não tem nada a ver quando você liga o pedal e já sente aquele "HUM", aquele "up" que parece que tem adicionado junto um pedal de compressor ligados adicionando não só o desejado sustain, mas todo o tipo de ruídos e compressão indesejada para o efeito. Outra coisa que eu constatei, não use o efeito com nada junto, nem pense em adicionar um compressor ou um chorus ao efeito, simplesmente não funciona.. não "casa" junto, o som ficará embolado e não há combinações sustentáveis.. pelo menos não em altos volumes tocando junto com uma banda, talvez tocando no seu quarto com volumes muito baixos. Fica aqui minha insatisfação pessoal com o produto, testem e tirem suas conclusões, mas não adianta testar dentro do quarto, pois isso eu fiz inicialmente ao testar todas as regulagens orientadas de fábrica e outras que encontrei pela internet e até digo que me dei inicialmente por satisfeito, mas depois a experiência foi ruim. Para não pontuar apenas os pontos negativos do pedal, o principal ponto positivo me parece ser o knob de ajuste do reverb, achei bem legal, bem fiel ao reverb proporcionado com a simulação dos violões. É isso galera, por enquanto meu feedback é esse, se eu tiver novas experiências com o pedal eu postarei aqui novamente. Abraços!

William de Oliveira