terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Um pouco de história: Guitarras Greco


O que nos referimos como a guitarra clássica japonesa Greco foi produzido entre os anos 1971 e 1982. É claro que muitos fabricantes de guitarras japonesas estavam produzindo guitarras de seu próprio projeto antes deste período. Muitos foram influenciados pelos projetos da Gibson, Fender, Mosrite, Burns, Vox etc., mas estes não eram verdadeiras réplicas. As primeiras verdadeiras réplicas foram feitas pela GRECO produzido por Kanda Shokai Corporation. Kanda Shokai foi estabelecida como uma empresa distribuidora do comércio de instrumentos musicais em 1948. A marca GRECO foi introduzido pela primeira vez por Kanda Shokai em 1960. No início, GRECO fabricava guitarras de seu próprio projeto. O projeto tinha muitas semelhanças com guitarras americanas, mas eles foram em grande parte inovações.

Em 1966, a turnê dos Beatles no Japão teria influenciado diretamente o projeito GRECO. GRECO introduziu um novo corpo sólido influenciado pelo shape da Fender Telecaster e um tipo de guitarra base de violino da Hofner. Em 1969, a banda de rock britânica Led Zeppelin lançou dois álbuns memoráveis (Led Zeppelin I e II). Seu guitarrista Jimmy Page, que ficou famoso com uma guitarra Gibson Les Paul Standard, com um acabamento sunburst. De repente, a geração mais jovem japonesa estava clamando por guitarras Gibson Les Paul Customs, SG, Fender Stratocasters, Telecasters e outros.

Em 1970, o salário inicial médio mensal de um graduado da faculdade era de 43.000 ienes (JYE). Com a taxa de câmbio sendo cerca de 360 yens japonês para 1 dólar na época; este salário inicial era de cerca de 120,00 dólares americanos. O preço de uma nova Stratocaster foi para 239.000 JYE; mais de US $ 660,00 dólares. Era uma geração determinada que economizou mais de cinco meses de salário para comprar sua guitarra ideal.


Em 1971, Led Zeppelin, Pink Floyd, Grand Funk Railroad e outras bandas famosas fizeram turnê no Japão. Isso alimentou ainda mais a geração mais jovem para comprar sua guitarra e tocar rock'n roll como seu herói fez e isso não escapou a atenção da GRECO.

Devido ao alto preço das guitarras Gibson no Japão, apenas alguns músicos de jazz tiveram esses instrumentos e a GRECO não tinha um na mão. A GRECO queria introduzir uma réplica Les Paul Standard (sua série EG) e produziram desenhos em escala a partir de fotos do catálogo da Gibson e de outros músicos. A série original EG-360 foi bem diferente da Les Paul, devido a particularidades como a escala do braço sendo calculadas a partir do catálogo da Gibson e completamente diferentes da construção do corpo, mas ainda estava perto o suficiente para ser o primeiro capítulo da história "guitarra de ação judicial".

Como mencionado, Kanda Shokai estava envolvido principalmente na comercialização e distribuição e foram utilizados dois sub-empreiteiros principais para a produção real. Estes foram Matsumoku Gakki nos primeiros anos e Fujigen Gakki 1974-75 até o presente. É por isso que GRECO e IBANEZ são consideradas guitarras irmãs no Japão.

Durante o início dos anos 70, a GRECO ofereceu ao Mr. Hidesato Shiino (formalmente trabalhou para Yamaha) a função de desenvolver a produção da guitarra e o marketing como um consultor. Nos primeiros dias, o Sr. Shiino estava no comando da maioria dos fabricantes de guitarras, não apenas da Greco. Ele consultou ELK, Guyatone, Fernandes, Kasuga e outros, entrou em contato com seu velho amigo Sr. Shigeru Narumo (1947-2007 Mr. Narumo é neto do fundador da Bridgestone Tire) um guitarrista japonês muito popular. Mr. Narumo começou a supervisionar o desenvolvimento da guitarra GRECO com Mr. Shiino. Eles aconselharam a GRECO a desenvolver uma guitarra melhor do que a Les Paul, a um preço mais acessível. Mr. Shiino conduziu a fábrica e fez uma guitarra protótipo para o Sr. Narumo com as suas especificações exigidas em apenas alguns dias e ele ficou muito surpreso com a novo  EG. Ele tinha propôs a membros de sua banda que tocassem em uma Gibson, uma Fender e esta nova EG com os olhos vendados e todos eles concordaram que a EG foi a melhor dos três.
Narumo tocou este novo instrumento EG-360 no palco alternando com uma Gibson. O público ficou surpreso ao ver e ouvir um instrumento japonês que era tão bom (se não melhor) do que o original.

A única queixa de Narumo foi com a cor de acabamento que a GRECO tinha copiado de uma foto de Paul Kossoff (da banda de rock Free) fornecido pela Narumo. Kossoff estava tocando um No. 2, que foi concluída com sunburst marrom mas a GRECO não poderia determinar a cor da parte de trás de modo que apenas forneceu o sunburst nas costas e no braço.

O envolvimento e performances de Narumo fornecia a GRECO um aumento enorme de vendas. Tanto é, assim que a GRECO convidou ao Narumo para endossar a GRECO exclusivamente, embora relutante, Narumo viu possibilidades na obtenção de suas guitarras e um sonho realizado. Em uma visita à fábrica da Fujigen, Narumo sugeriu abrir o captador humbucking traseiro e para contornar a parte traseira muito parecida com a Stratocaster. A guitarra resultante foi o EG-420 e foi muito superior ao EG-360. 

GRECO e Narumo colaboraram em muitos modelos seguintes ao EG-420 e este fase tornou-se a idade de ouro da GRECO de réplicas e clones de guitarras. Isso culminou com a EG-800, que foi em grande parte influenciada pela Narumo. Ele tinha os captadores abertos e com contornos do 420 com madeiras de qualidade superior. A EG-420 era um corpo semi-oca de 6p mogno sanduíche. A nova EG-800 tinha uma placa de ébano, um sólido 2p superior e um braço estreito. 

Oficialmente, Narumo disse que ele não sabia nada sobre a EG-800. Ele mencionou que estava no comando através do protótipo da EG-700 e só ouviu falar sobre as EG-800 vários anos depois. Apesar da postura de Narumo, a EG-800 é chamada de "Narumo Model" por colecionadores. Como uma nota lateral, a EG-650 também tem sido chamada de Modelo Narumo. Era uma construção semi-oca com características sugeridos por Narumo.

Assim, a Greco começou a fazer muitas réplicas de Gibson em meados da década de 70. A razão é muito simples. Kanda-Shokai era um importador de Gibson dos EUA naquela época. Kanda Shokai pediu a Fujigen para fazer muitas réplicas da Gibson. A Fujigen começou a exportar essas guitarras Ibanez como marca para os EUA Bem, essas guitarras tornaram-se as "guitarras de ação judicial".


Kanda começou as guitarras custom made em torno de 1972. O guitarrista, Mick Ralphs de Bad Company, visitou a sala de customização das guitarras de Kanda, então, orientou o mesmo sobre suas guitarras. Esta guitarra tornou-se "MR" séries. Kanda começou a "série projeto" depois da guitarra "MR". Ele ofereceu a réplica da guitarra de Brian May, modelo Rickenbacker Paul McCartney e etc ...

No final dos anos 70, muitos guitarristas estrangeiros usavam as guitarras Alembic. Teve a construção dos braços com longo sustais. A quipe de marketing da Greco desenvolveu a "GO guitar séries" que tinha complicadas chaves de controle, em 1978. O mercado aceita estas novas guitarras da série. Kanda começou a produzir os filmes comerciais de TV, também obteve muitos contrato de patrocínio com músicos japoneses. Ele fez boas vendas de série GO. Kanda acrescentou a "GO-II", "GO-III" e a série "Mirage" em boa situação de vendas.

Kanda teria oferecido a série "Super Real" quase ao mesmo tempo. A Les Paul Replica EGF-1000 foi avaliada como melhor do que a original por muitos músicos que a experimentaram. Eles investiram muito pesado para a série "Super Real". Os materiais usados e a madeira são melhores do que os encontrados no original. As partes eletrônicas foram re-projetadas, perto do original Les Paul. Eles desenvolveram o captador humbucker que foram chamados de "secos". A Greco usou este captador para os EGF-1200 e EGF1800 (EGF-850 tinha "PU-2", EGF-1000 tinha "Dimarzio PAF").


Em 1981, Kanda começou a conversar com a Fender (EUA) e Yamano para estabelecer a Fender no Japão. Naturalmente, a GRECO SE-1200 Stratocaster considerada como"Super réplica real" tornou-se a última Greco Stratocaster a ser produzida. A Greco começou a produzir as réplicas de stratocasters em 1973, terminando em nove anos de produção das stratos.

Na década de 80, a Greco teve um tempo difícil. Eles têm como alvo o modelo original. É claro que eles não poderiam mais fazer réplicas de stratos. A Gibson tinha começado a "Orville Gibson". Não mais a Gibson réplica das guitarras Greco.

Agora, a marca Greco ainda existe. Mas, tornou-se na maior parte as guitarras GRECO-Zemaitis (Eles distribuíram guitarras Ornetts antes das réplicas Zemaitis). Kanda tomou a licença de fabricação da marca Zemaitis. Eles estão produzindo Zemaitis pelas guitarras High-End e Greco-Zemaitis pela Tokai.

Em 2012, Kanda Shokai começou a construir as novas guitarras da marca Greco. Estes não são mais como a Gibson, Fender ou outras guitarras consideradas como réplicas. Os projetos ainda são semelhantes com aqueles das grandes marcas. No entanto, eles acrescentaram os novos desenhos e conceitos sobre os novos instrumentos. 

Adaptado de:



segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Raridade do mês: Guitarra Maya Stratocaster (Parte I)


Fala galerinha, tudo belezinha? Para apimentar as postagens do Blog, à partir desse ano, iremos trazer a vocês todo o mês uma guitarra stratocaster escolhida e criteriosamente selecionada de um instrumento raro, preferencialmente vintage. Para abrir essa coleção de stratos, nada mais justo do que uma japonesa Maya stratocaster, simplesmente espetacular essa raridade, alguém discorda? A guitarra é uma réplica da Fender americana 70', com construção japonesa e distribuída pela Rokkoman. É difícil mas não impossível ver a venda no Brasil, vi poucas unidades a venda até hoje, embora seja possível de garimpá-las mais facilmente no Ebay. Acredito que seja do mesmo nível das "El Maya" e das "Joodee". 

Especificações:

Nome: Maya
Modelo: Stratocaster
Série: ?
Madeira do corpo: Sen (Japanese Ash)
Madeira do braço: Maple
Escala: Rosewood
Corpo - Shape: Stratocaster
Número de casas: 21
Headstock: Big 70' Head
Neck Plate: Standard 4 furos
Configuração dos captadores: S/S/S 
Captadores: Alnico
Chave seletora: 5 posições
Controle: 1 Volume - 2 Tone 
Cores: Natural
Ponte: Vintage Style - 6 parafusos
Tarrachas: Originais
Escudo e Knobs: Escudo branco com Knobs brancos
Fabricação: Made in Japan
Ano: 1978
Fabricante: Maya Guitar Company/Gakky/Tahara
Distribuidora: Rokkoman
Período de Fabricação: 1970/1979

Preço/Price: 300/450 USD

Raridade do mês de janeiro: 















Referência no Youtube:




Outro link do Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=Ij13uWVceIc

Links para referência:



quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Vende-se: Guitarra Copetti Stratocaster (Anúncios)

Olá amigos, estou abrindo um espaço de vendas no meu blog como novidade para esse ano. O primeiro exemplar é uma Copetti que aparentemente foi customizada, (segundo o dono, ela veio com um trio de Tex Mex), seguem informações e fotos do instrumento:

Copetti é um Luthier brasileiro da mais alta competência, tem sua fábrica localizada em Florianópolis/SC, são guitarras construídas sobre medida e atendendo as necessidades e desejos dos clientes mais exigentes do mercado.

Especificações:

Nome: Copetti
Modelo: Stratocaster
Série: Custom Made
Madeira do corpo: Alder
Madeira do braço: Maple
Escala: Maple
Corpo - Shape: Stratocaster
Número de casas: 22
Headstock: Small Head
Neck Plate: Standard 4 furos
Configuração dos captadores: S/S/S 
Captadores: Ponte: Dimarzio Super Distortion, Meio: Ceramico, Braço: Malagolli Alnico Blues
Trastes: Jumbo
Chave seletora: 5 posições (Orange Drop)
Controle: 1 Volume - 2 Tone (Orange Drop)

Cores: Red
Ponte: Vintage Style - 6 parafusos (Gotoh)
Tarrachas: Gotoh com trava
Escudo e Knobs: Escudo branco com Knobs Aged White
Fabricação: Made in Brazil
Ano: 2009
Fabricante: Copetti Guitars
Período de Fabricação: Janeiro 2009

Link fabricante:


http://www.copettiguitarparts.com.br/






Contato do vendedor: Edu Blonkoski F: (46) 99253297

Facebook:

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Escolha sua arma: por quê a Stratocaster Sobrevive?


Em seis décadas, a combinação de design inovador e músicos talentosos ajudou a Stratocaster não só a perseverar, mas a ser regra entre os guitarristas. John Mayer projetou esse modelo em 2009 com a Fender Custom Shop.

Pense rápido: Nomeie um produto americano que teve grande impacto em todo o mundo, mais popular do que nunca, mas ainda parece o mesmo que fizeram quando foi apresentado há mais de meio século atrás? Aqui vai uma dica: pode ser o único instrumento musical cuja fama rivaliza com a das pessoas que tocaram.

A Fender Stratocaster completou 60 anos no ano passado. Quando saiu da fábrica em 1954, não soou - ou pareceu - como qualquer outra guitarra. A pequena empresa de Leo Fender estava procurando melhorar a Telecaster, seu inovador instrumento elétrico de corpo sólido, apresentado pela primeira vez três anos antes. Mas muito mais do que um ajuste aqui ou ali, a Fender criou um instrumento totalmente novo que se tornou quase sinônimo com a frase "guitarra elétrica.

"Se você estivesse desenhando uma guitarra elétrica com sua mente, a maioria das pessoas gostaria de usar a Stratocaster como shape", diz Justin Norvell, vice-presidente de Marketing da Fender. "Mas a coisa que conecta as pessoas com aquela guitarra e esse shape é a música que ela desenvolveu."

Um diagrama de in-house de 1980 mostra como a Stratocaster é ligado a alternar entre suas três pickups.
Cortesia da Fender Musical Instruments

A Stratocaster tinha uma voz inconfundível, graças em parte aos seus três captadores, os ímãs enrolados por fios que transmitem vibrações das cordas para o amplificador. A maioria das guitarras elétricas na época tinha um ou dois. A Fender também projetou um novo vibrato - a peça de metal no final das cordas que permite ao usuário variar sua altura.

Com essas características e com o shape do corpo supersônico, sólido, você pensaria que a guitarra teria caído fora das lojas de música. Mas Richard Smith, um autor e curador da Coleção Fender no Museu Centro de Fullerton, na Califórnia, diz que não foi uma venda fácil.

"Foi tão radicalmente diferente de muitas outras maneiras", diz Smith. "É importante notar que não era realmente tão popular inicialmente."

A Stratocaster chegou às lojas na Primavera de 1954, mas o primeiro lote não vendeu até que o verão. O próprio Leo Fender tinha dado os primeiros exemplares para guitarristas de países ocidentais para a sua entrada. Mas algo novo estava surgindo em todo o país quando a Stratocaster foi introduzido.

"Quando rock 'n' roll chegou, as ferramentas para fazê-lo já existiam", diz Smith. "Você não tem que inventar uma guitarra para tocar rock 'n' roll, porque ela já estava lá."

A Strato não era apenas para os adeptos de rock, ou músicos do país, no entanto. "Não podemos subestimar, eu não acho que, a versatilidade de um instrumento que foi adotado pelos guitarristas tanto do Lawrence Welk e Pink Floyd", diz o escritor Tom Wheeler.

Wheeler é o autor de "Os Arquivos Fender" e vários outros livros sobre a empresa e seus produtos, e diz que a guitarra pegou todo o mapa musical. Uma das chaves para o sucesso da Stratocaster foi a maneira que a Fender anunciava.

"Nos catálogos de outras empresas você veria músicos profissionais, vestindo um terno e sapatos "nas pontas das asas" ou o que quer, sentado em um banquinho em um estúdio, tocando uma guitarra cara", diz Wheeler. Abra um catálogo Fender dos anos 60, embora, e você veria "meninas em biquínis e homens em calções, com pranchas de surf no fundo, sentados ao redor de uma fogueira."

A Fender realmente não sabe quantas Stratos foram produzidas desde que o primeiro exemplar foi vendido no verão de 1954, mas a empresa diz que a Stratocaster é a base de seu negócio. Através de seis décadas de mudança musical, tecnológica e cultural, um design inovador nas mãos de usuários talentosos ajudou a Strato não só a perseverar, mas governar. Pense nos nomes: Eric Clapton, Jeff Beck, Stevie Ray Vaughan, e, é claro, Jimi Hendrix.


"Isso é apenas, provavelmente, os melhores 22 minutos, ou seja lá o que for, de Strato na história", diz Nils Lofgren, falando do side 4 do álbum "Elétrica Ladyland, Hendrix". Se Lofgren mudou para uma Strato no início de sua carreira, hoje, ele é guitarrista de longa data de Bruce Springsteen e membro do Hall da Fama do Rock and Roll.

"Você sabe, há tantas grandes guitarras", diz Lofgren. "Mas para mim, iconicamente e apenas praticamente, se alguém me desse apenas uma escolha eu ia pegar a Strato para sair na frente de qualquer audiência."

Agora isso é um elogio, qualquer aniversariante de 60 anos de idade gostaria de receber.


Adaptado de:

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Galeria de arte Stratocaster: Tema Pintura


Olá amigos, para a primeira postagem do ano segue uma sequência de imagens produzidas por mim mesmo com a ajuda de uma plataforma que encontrei na net, trata-se de um site que faz montagens com suas fotos. Pensei em pegar algumas das minhas fotos com outras coisas que encontrei na net e fazer uma brincadeira, uma exposição virtual. Também farei outras postagens com o tema dessa coluna "Galeria de arte Stratocaster", cada uma apresentando um tema diferente... como uma verdadeira galeria de arte moderna:

















quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

2014 - Mensagem de final de ano!


Galera, venho através desse post agradecer aos mais de 20,000 acessos que o blog atingiu nesse período de 9 meses com 40 postagens (comecei a postar em Março de 2014) e dizer que me sinto feliz por poder compartilhar e facilitar o acesso a todas as informações dos instrumentos que fazem parte (hoje) do meu acervo. Foi um ano interessante, de boas aquisições, construção de novas amizades e todo o trabalho de organizar parte do acervo e reunir todas as informações disponíveis no blog, que confesso, teve uma repercussão muito maior do que eu imaginava. Claro que é só o começo, ainda tenho a vontade de poder gravar (áudio e vídeo) cada um desses instrumentos e poder mostrar aos amigos cada timbre.. cada peculiaridade.. as principais características do som que cada uma dessas stratos consegue tirar, uma análise técnica e real do que emana desses instrumentos, minha ideia é transformar esse blog em uma fábrica de timbres e assim tornar mais rico e interessante para que não caia na zona de conforto e achar que desse jeito está bom ou suficiente. Claro que tudo isso demanda um custo e por isso terei que me preparar para fazer as gravações, pois não adiantaria de nada postar um vídeo onde não houvesse qualidade sonora suficiente para se ter uma ideia do real potencial de cada instrumento. Também vou abrir um espaço extra em 2015 para outros tipos de instrumentos, é claro que jamais vou deixar de abordar o tema principal do blog, as stratocasters, mas acho legal que tenha um espaço para compartilhar minha experiência com outros instrumentos antigos.. tudo de preferência guitarras vintages. 


Para 2015, espero repetir a maioria dessas experiências que tive nesse ano.. fazer novas amizades e dar boas risadas (muitas pessoas acessaram o meu blog e foram me procurar no facebook), poder compartilhar minhas experiências com esses instrumentos e cada vez mais reunir novas informações ao banco de dados do blog, além é claro, de poder garimpar muitas e muitas velharias.. stratos que estejam jogadas nesse mundo à fora.. sem o menor carinho, atiradas ou desvalorizadas por aqueles que não têm o menor desejo de manter o estado de conservação. 

Desejo a todos um ano de novas realizações, musicalmente favorável a novas descobertas, experiências e aprendizagens. Que possamos garimpar e ir atrás da guitarra perdida.. do Santo Graal dos instrumentos vintages nacionais ou importados.

Um abraço a todos os amigos que curtiram o blog e feliz 2015!


William Martins de Oliveira

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Custom Stratocaster - Frankeinstrato

#022

Olá galera, para o exemplar de número 22 apresento uma Frankeinstrato, customizada pelo meu pai. O braço é de uma Tagima anos 90, o corpo ainda não sabemos a procedência. PS: Prometo que esse waterslide "Fender" será removido assim que possível.


Especificações:

Nome: Frankeinstrato
Modelo: Stratocaster
Série: Carinhosamente apelidada de "pau velho"
Madeira do corpo: ?
Madeira do braço: Marfim
Escala: Marfim
Corpo - Shape: Stratocaster
Número de casas: 22
Headstock: Big Headstock
Neck Plate: Standard 4 furos
Configuração dos captadores: S/S/S
Captadores: Alnico
Chave seletora: 5 posições
Controle: 1 Volume - 2 Tone
Cores: Green Cannes (Ano 1993)
Ponte: Vintage - 6 parafusos
Tarraxas: Condor com trava
Escudo e Knobs: Escudo mint green com Knobs brancos
Fabricação: Made in Brazil
Ano: 199? 
Fabricante: 
Período de Fabricação:

Avaliação do Blog:


Braço: B-

Corpo: B-
Headstock: B-
Tocabilidade: B-
Hardware: C+
Captadores: A-
Construção: B+
Timbre: B+
Acabamento: A-
Madeiras: B-
Histórico: B-

Avaliação de Mercado:


Sem avaliação