sábado, 3 de dezembro de 2016

Vende-se Dolphin Stratocaster - Made in Brazil - 1988 / 1990 (Era Assale)


Procurando por uma Stratocaster dos anos 80 brasileira barata? Cara, eu tenho exatamente o que você está procurando!!

Olá amigos, estou vendendo essa belíssima Dolphin Stratocaster, está muito bem cuidada como todas as guitarras do meu acervo, são mais de 48 Stratocasters na minha coleção.. estou vendendo alguns exemplares que não uso e que podem muito bem fazer a alegria de outras pessoas que irão certamente usar e dar mais valor, não é guitarra para ficar parada.. guardada.. é para alguém que valorize mais do que eu, que acumulei muitos instrumentos durante a vida e agora terminou o espaço (moro em apartamento). Para que você que gostou e quer mais informações sobre o instrumento, é só buscar aqui mesmo nesse blog, pesquisem à direita no marcador "Dolphin".

A combinação do Marfim do braço com o Mogno do corpo e os singles é interessante, principalmente se for customizada com captadores melhores de alnico. Tem som de strato, mas é um pouco menos estalada e tem mais sustain. Mas é um timbre forte, que chama atenção, testei ela colocando os Alnico Blues da Malagoli e ficou um som bem gordo. O Mogno vai suprir exatamente isso que falta na maioria das Stratos, vai dar um som mais gordo com reforço os graves e com mais sustain.
Algumas informações sobre o estado dela:
Acompanha bag? Não

Como a guitarra será enviada? Tudo em uma única embalagem bem reforçada. Prefiro mandar desmontada o braço do corpo exatamente para não causar nenhuma tensão no braço, vai com embalagem bem segura e com plástico bolha novos.
Acompanha alavanca? Não

Ela tem algum detalhe? Algum rachado ou trincado? Na madeira não, nada. Na pintura eu acho que não, talvez alguns poucos arranhões (preto arranha com facilidade) e nesse caso é uma guitarra vintage, com mais de 15 anos, quase vinte anos.
Já vem regulada? Certamente agora não está mais regulada as oitavas, isso é só regular.. pois ficou muitos anos guardada no case.. estava regulada com cordas 009.. as cordas já não estão mais novas, tem dois ou três anos que coloquei, faz algum tempo que comprei essa guitarra e nunca usei.
Como estão os trastes? Originais, ela foi pouco usada mas ainda tem uns 60% ou mais de vida útil.
 
O que preciso fazer para deixar ela 100%? Acho que é só plugar e tocar mas claro que seria indicado fazer uma revisão (sempre quando eu compro uma guitarra eu faço uma revisão), está a três anos guardada, ou seja, vai ligar ela e provavelmente pode ter um chiadinho ou dois, os captadores são os originais.. tem quase 20 anos... é claro que vai ter coisas para fazer nela.. por isso sou sincero.. seria legal refazer a elétrica dela e trocar os captadores, vale a pena dar um upgrade com o tempo.. essa guitarra tem ótimas madeiras..
Vem blindada? Não, está original de fábrica e guitarra nenhuma brasileira vinha blindada de fábrica.

Especificações:

Nome: Dolphin
 Modelo: Stratocaster
 Serie: 80 / 90 (Era Assale)
 Fabricação: Made in Brazil
Fabricante: Dolphin - Carlos Assale
Ano: 1988  Período de fabricação: 1988 / 1990
Madeira do braço: Marfim Imperial
Madeira do corpo: Mogno  Escala: Marfim Imperial Número de casas: 21
Cor: Preto / Black
Chave seletora: 3 botões Controle: 1 Volume - 2 Tone
 Hardware: Captadores de cerâmico revestidos com cover do tipo "Lace Sensor"
 Ponte: Vintage cromada com 6 parafusos Tarraxas: Originais Horvath
Neck Plate: O modelo original não apresenta neck plate.
Headstock: Dolphin Headstock Configuração dos captadores: S/S/S
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Atualizando em 22/12/16

A guitarra já foi vendida!

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Yamaha SGV300 - Made in Taiwan


Com vocês, o mestre das guitarras legais Erich Von Farah:

Hoje venho mostrar à vocês uma guitarra que foge de todos os padrões que conhecemos no mundo das seis cordas:


Yamaha SGV300

Marca: Yamaha
Modelo: SGV300
Corpo : Alder
Braço : Maple / rosewood
Captadores : Ferrite - originais
Cor: Pearl Green
Ponte : Tremolo Yamaha
Fabricação: Made in Taiwan
Ano: Fabricação entre 90' e 2000'



O modelo começou a ser produzido nos anos 90 para os 2000, buscando competir com outros ícones do surf music (Mosrite, Fender Jaguar, etc).

Com curvas inovadoras e um projeto totalmente original e inusitado, essa beldade a primeira vista pode parecer "estranha", mas já conquistou inúmeros apreciadores (inclusive eu!).





Som:

"Como é o timbre dessa guitarra? " essa é a pergunta que eu mais escuto e digo que o som é único!

Se fossemos compara las à modelos mais tradicionais, diria que ela soa entre uma Jazzmaster e uma Jaguar com uma pitada de Stratocaster.

Os captadores soam mais fechados, com mais médios e graves.




O circuito dessa guitarra é bem interessante, pois se tratam de 3 single coils com chave seletora de 3 posições, 1 knob volume master, 1 knob tone master e 1 knob que permite selecionar a intensidade dos captadores meio/ponte. Explicando melhor: com a chave seletora na posição 3, com o knob você escolhe se quer usar o captador do meio ou da ponte (assim como uma chave tradicional de 5 posições utilizadas nas stratocaster), porém de forma gradual, isso permite uma variedade maior de timbres (ex: ponte 70% + meio 30%, ponte 40% + meio 60%, ponte 50% + meio 50%, etc...).

Os captadores soam melhores com um som clean ou crunch, devido ao som pender para os graves/médios. A galera que gosta de um overdrive/distortion mid gain para cima, não vai se dar muito bem, hehe.





Construção:

Acredito que não seja necessário destacar esse quesito, pois a Yamaha criou um projeto 100% original.

Desde as curvas e formas, até os captadores e ponte/tremolo, a marca buscou inovar e surpreender à todos.

Uniu toda essa criatividade/originalidade junto à madeiras tradicionais e de boa qualidade, o resultado só poderia ser um instrumento exemplar.


Linha SGV

A Yamaha acabou lançando novos modelos com diferentes especificações que valem a pena ser conferidos:





Pontos positivos:

O design é o primeiro deles, apesar de parecer "esquisita" de imediato, ela tem um charme diferente de qualquer outro instrumento, que conquista qualquer músico que goste de um visual "retrô".

Para aqueles (assim como eu) se incomodam com instrumentos pesados, esse não é o problema aqui; mesmo sendo uma guitarra "grande", ela é bem leve e confortável, ideal para quem toca longos períodos.
O acabamento é excepcional, cores vivas e marcantes ressaltam ainda mais suas linhas.





Pontos negativos:

Por se tratar de um instrumento único, em caso de quebra de peças específicas, a reposição seria praticamente impossível. Acredito que nem mesmo a própria Yamaha seria possível de fornece-las.

Como já falado anteriormente, é difícil timbra la com overdrives de médio/alto ganho, isso não a torna uma guitarra tão versátil assim, porém isso varia do gosto e do equipamento de cada músico, acredito que essa questão seja mais um ponto de vista do que um ponto negativo.

Ficamos por aqui pessoal, para aqueles que cruzarem com uma Yamaha dessas, não exitem em testa la.
Abraços

Erich Von Farah

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Guitarra roubada: Fender Stratocaster Standard 92' - Made in USA


Atenção galera

Instrumento Roubado! Compartilhar Por Favor!

Se alguém souber de algo entrem em contato com o blog ou avisem pelo Facebook para Ewerson Alemaao!

Link para contato:


Guitarra: Fender  
Modelo: Stratocaster
Série: Standard
Cor: Preta
Escala: Rosewood
Fabricação: Made in USA
Ano: 1992

Furtada no dia 21/07/2016 para 22/07/2016 na cidade de Maceió / Alagoas. 

Status: AINDA NÃO ENCONTRADA!!
















Desde já agradecemos se vocês pudessem compartilhar no Facebook ou nos fóruns de instrumentos, vamos achar a guitarra para o seu verdadeiro dono, algumas pessoas podem achar que não mudará nada mas compartilhar e divulgar na internet faz uma enorme diferença. Só quem já teve um instrumento roubado sabe e entende o desespero que é, e na maioria das vezes ainda é o instrumento de trabalho das vítimas, qualquer coisa entrem em contato. 

William de Oliveira

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Vintage V6M Reissued Series - Made in China


Com vocês, o enigmático Erich Von Farah:

Marca: Vintage
Modelo: Stratocaster
Série: V6M Reissued
Braço: Maple
Corpo: Alder
Ponte: Wilkinson Big Block
Captadores: Wilkinson (Alnico)
Cor: A marca define como "Fireza Red" (Fiesta Red)
Tarraxas: Wilkinson
Fabricação: Made in China
Ano: Fabricação Pós 2010'

Hoje venho apresentar à vocês uma Strato com timbre de Strato!

Senhoras e senhores, lhes apresento:




Vintage V6M Reissued

Não é a toa que a marca Vintage fez um baita sucesso no Brasil, Trev Wilkinson conseguiu desenvolver instrumentos de qualidade por um preço justo! Esse é o terceiro instrumento da marca que já passou pelas minhas mãos, e todos me surpreenderam positivamente.

Som

Strato tem que ter som de strato, e essa cumpre seu papel de forma magnífica! Ja toquei em diversas stratos que soavam "mornas", e isso é bem frustrante para um modelo que possui um timbre tão marcante.




Os captadores em alnico cumprem bem o seu papel, mantendo toda a dinâmica e pegada da guitarra. Sendo limpo e cristalino nos cleans, e rasgado e cheio de ataque com overdrives. O captador do meio é ligado em polaridade reversa, cortando o "hum" nas posições 2 e 4.

Os knobs de tone também apresentam uma boa sensibilidade, permitindo novas sonoridades e ampliando ainda mais a versatilidade da guitarra.




Os captadores apresentam um bom desempenho e sua troca só seria necessária para guitarristas que procuram sonoridades mais específicas (humbucker, single stack, etc).

Designed

A Vintage busca manter o visual clássico de seus instrumentos. Cores tradicionais que remetem à essência vintage.






A marca possui também modelos com "relic" de fábrica, dando um ar envelhecido muito interessante para aqueles que buscam "reviver o passado". O único diferencial fica por conta do headstock, onde a marca preferiu desenvolver um modelo exclusivo.

Hardware




Todas as ferragens são Wilkinson! Tarraxas vintage ez lock que garantem maior estabilidade na afinação, além da ponte com big block, aumentando a sustentabilidade das notas. Os modelos "relic" apresentam desgaste e ferrugem de fábrica.





Madeiras 

Alder no corpo e maple no braço... matéria prima tradicional para um modelo tradicional, hehe. Vale ressaltar que a linha Reissued é toda em American Alder, sendo que a linha Icon apresenta Poplar no corpo dos instrumentos. Muitas pessoas desconhecem essa informação e acabando desvalorizando (as Reissued) ou super faturando (as Icon) na hora da venda/compra. Essa diferença de madeiras não significa que as Icon sejam inferiores, ambos modelos apresentam bom desempenho, porém com características diferentes.






Conclusão 

Um instrumento de custo x benefício inigualável. Mais barata que a maioria das concorrentes, porém com características bem superiores. Facilmente comparada às Fender's Mexicanas e séries especiais da Squier (Classic Vibe, Vintage Modified, etc..) Hardware e captadores que não exigem substituições, além de madeiras e construção de qualidade. Talvez o único ponto negativo seja o headstock, que foge do clássico "padrão Fender" e pode não agradar à todos.


Erich Von Farah

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Planejamento para 2016 das postagens do Blog


Olá amigos Strateiros, em 2015 eu estava conseguindo manter uma média de dez postagens por mês e naquela época eu estava mantendo e elaborando dentro das já tradicionais colunas:

- Amigo Strateiro (AINDA EM FUNCIONAMENTO)

Todo mês eu convido um amigo a postar e compartilhar sua experiência com sua Stratocaster na forma de uma entrevista semi estruturada, usando como único critério que a pessoa ainda tenha a guitarra e que seja exclusivamente Stratocaster.

- Raridade do mês (DESATIVADO)

Onde é criteriosamente escolhido uma guitarra Stratocaster considerada raridade para postar, pode ser antiga, nova, com tiragem limitada, vintage, etc.

- Galeria de arte Stratocaster (DESATIVADO)

Seguindo o tema do mês, são mostradas muitas fotografias da guitarra/marca que está sendo abordada durante o mês.

- Diário de um Strateiro (AINDA EM FUNCIONAMENTO)

É feita a narração de uma história popular juntamente com o instrumento, nesse caso eu abro aqui uma exceção: qualquer modelo, inclusive violões e baixos.

- Um pouco de história (DESATIVADO)

Onde é pesquisado e compartilhado a história de uma marca responsável pela produção da guitarra Stratocaster, bem como a abordagem do seu histórico de produção na fábrica: madeiras, nacionalidade, curiosidades, etc.

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Para esse ano de 2016 eu resolvi colocar à extinção todas essas colunas, mantendo apenas a coluna Amigo Strateiro e a coluna Diário de um Strateiro. Entretanto, trago a criação da nova coluna "Stratosfera", onde a ideia é trazer novidades sobre pedais, amplificadores, captadores entre outras novidades. Vou manter apenas essas três colunas em funcionamento para poder trazer maior diversidade para o blog, se não ele ficará sempre com os mesmos posts e sempre muito repetitivo.

Como disse anteriormente, estou aceitando novos colaboradores para o blog. Você gosta de escrever? Gostaria de postar artigos sobre guitarras, pedais, amplificadores e tudo mais do universo musical? Venha mostrar para a gente seus conhecimentos. Para entrar em contato comigo, meu endereço de email é lwnk@bol.com.br ou entre em contato comigo pelo Facebook, basta procurar por William de Oliveira, estarei esperando por você!

Também gostaria de agradecer aos leitores que me procuram diariamente para tirar dúvidas, nem sempre respondo imediatamente mas tento entrar em contato o mais breve possível! Muitas pessoas ainda me procuram pelo Facebook ou por email para tirar dúvidas, peço que neste caso não seja nas redes sociais e muito menos por email, NÃO VOU TIRAR DÚVIDAS POR EMAIL E NEM PELO FACEBOOK, postem aqui no campo dos comentários que responderei assim que possível, não irei mais tirar dúvidas por outros lugares, apenas por aqui no blog! Por enquanto é só pessoal, abração e Rock on!!





William de Oliveira

sábado, 28 de maio de 2016

Pedal Boss Acoustic Simulator AC-3, um dos piores pedais já feitos pela Boss



Olá amigos, inaugurando a nova coluna do Blog com o nome de "Stratosfera", para a primeira postagem da coluna eu juro que tentei dar um título que fosse menos sensacionalista para a postagem mas acho que não consegui. A Boss é uma das marcas mais famosas de pedais de todos os tempos e que certamente é dona da maior parte dos pedais vendidos do mercado, mas que nem sempre acerta em agradar o público com certos lançamentos e relançamentos. A lista de pedais que não têm boa aprovação popular vai desde os drives e distorções mais antigas e fora da linha de produção atual como o Heavy Metal HM-2, o Digital Metalizer MZ-2, o Hyper Metal HM-3, até os atuais e tão menos aclamados como o Metal Zone MT-2 ou o Compression Sustainer CS-3, mas acho que nenhum desses pedais dessa lista que encabeça os modelos mais rejeitados pelos usuários e adoradores da Boss me decepcionou tanto quanto o Acoustic Simulator AC-3. 





Comprei esse pedal novo esse ano de 2016 através de um amigo que me vendeu por ter usado o pedal por um tempo muito curto, estava em estado de zerado, com caixa e todos os manuais. Estávamos em formação recente da nossa banda e eu não tinha dinheiro suficiente para comprar um bom violão para tocar algumas poucas músicas do repertório que faríamos e que precisava serem feitas no violão e naquela de economizar e "quebrar o galho" acabei entrando na onda do AC-3. Eu tinha visto vários vídeos profissionais (a maioria propaganda da própria Boss) e não profissionais e mais "caseiros" do pedal para ter uma ideia do que eu encararia de frente caso decidisse por adquirir a unidade e confesso que gostei bastante do que vi, inicialmente, seria a estratégia mais eficaz e barata para poder tocar as músicas do setlist no violão, mas "sem ter um violão". Entusiasmado pela boa resposta dos vídeos, fechei a compra do pedal com esse amigo e fui para casa cheio de esperança testar o pedal. Antes de ligar e testar, li praticamente quase todo o manual e encontrei alguns exemplos de regulagens para Single e para Humbucker, o que me agradou bastante a ideia de poder testar com guitarras e captadores diferentes. Testei o pedal com várias guitarras que tenho aqui em casa e inicialmente até me dei por satisfeito, mas o que eu não sabia e infelizmente logo iria descobrir é que usar esse pedal para tocar em casa no seu quarto é uma coisa, tocar com o pedal na banda é outra experiência totalmente diferente.




O pedal apresenta quatro opções diferentes de regulagens chamadas de Jumbo, Standard, Enhance e Piezo. As quatro opções simulam quatro tipos timbristicos diferentes de violões. variando as possibilidades de acordo com o tipo de captadores que você está usando. O problema começa quando você liga o pedal e misteriosamente aciona ruídos aos seu som, aquele tradicional "HUM" aparece e você fica se questionando o motivo, já que o pedal não deveria teoricamente apresentar essa característica. O pedal quando mal regulado, adiciona uma espécie de compressão ao som fazendo com que o timbre fique de um violão muito ruim, vai ser mais perceptível tocando junto à uma banda do que tocando apenas com uma guitarra em baixos volumes e dentro de casa. Além disso, quando regular em captador Single, cuide bem para não colocar com altos valores ou nada muito perto do máximo o knob TOP, para que não fique com aquela característica de timbre metalizado, isso mesmo, sai um som metalizado de violão insuportável. Eu me enganei muito vendo os vídeos no Youtube, aquele timbre maravilhoso de violão não tem nada a ver quando você liga o pedal e já sente aquele "HUM", aquele "up" que parece que tem adicionado junto um pedal de compressor ligados adicionando não só o desejado sustain, mas todo o tipo de ruídos e compressão indesejada para o efeito. Outra coisa que eu constatei, não use o efeito com nada junto, nem pense em adicionar um compressor ou um chorus ao efeito, simplesmente não funciona.. não "casa" junto, o som ficará embolado e não há combinações sustentáveis.. pelo menos não em altos volumes tocando junto com uma banda, talvez tocando no seu quarto com volumes muito baixos. Fica aqui minha insatisfação pessoal com o produto, testem e tirem suas conclusões, mas não adianta testar dentro do quarto, pois isso eu fiz inicialmente ao testar todas as regulagens orientadas de fábrica e outras que encontrei pela internet e até digo que me dei inicialmente por satisfeito, mas depois a experiência foi ruim. Para não pontuar apenas os pontos negativos do pedal, o principal ponto positivo me parece ser o knob de ajuste do reverb, achei bem legal, bem fiel ao reverb proporcionado com a simulação dos violões. É isso galera, por enquanto meu feedback é esse, se eu tiver novas experiências com o pedal eu postarei aqui novamente. Abraços!

William de Oliveira

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Golpe: os anúncios falsos de vendas de guitarras na internet



Boa noite amigos leitores do blog, hoje trago nesse post um assunto bem sério que infelizmente é triste da nossa realidade dos instrumentos musicais: as falsas vendas de guitarras na internet. Mas o que é? Como funciona? O golpe é simples e tem se mostrado cada vez mais comum nos sites de vendas, o cara não tem instrumento musical nenhum e cria um anúncio como se estivesse vendendo uma guitarra, para isso, decide entrar no Google e pegar imagens de guitarras de pessoas que não tem nada a ver com isso. Aconteceu comigo a um tempo atrás, quando anunciaram uma rica guitarra Golden de barbada no site do Bom negócio. Estava eu divagando pela internet quando entre no Facebook e resolvi olhar um grupo de amigos colecionadores de guitarras.. quando alguém de confiança postou mostrando o anúncio como se fosse uma grande barbada em razão do preço baixo, a minha surpresa se deu quando eu abri o anúncio e eram as fotos da minha Golden Stratocaster postada aqui no blog:


Denunciei imediatamente o anúncio no site e ainda postei o blog como referência para provar não só que as guitarras eram minhas, mas para mostrar de onde o sujeito meliante tinha copiado as imagens. Depois disso não encontrei mais o anúncio, acho que o site tirou de circulação mas não tenho certeza. A única coisa certa é que era a mesma guitarra, as mesmas fotos.. o mesmo sofá hehehe. Foi quando semana passada recebi um email (depois que decidi passar o meu email para que os leitores do blog entrassem em contato comigo para mostrar as fotos de seus instrumentos e poder postar aqui, já que as dúvidas não tiro por email, apenas aqui no campo das perguntas do blog), como eu ia dizendo, recebi um email de um cara querendo que eu olhasse as fotos da coleção de guitarras dele para que eu pudesse ajudar dando a cotação de preços de cada instrumento, pois o mesmo se dizia interessado em vender o acervo. Abri o arquivo com as fotos e vi que eram guitarras nacionais vintages e pasmem, reconheci imediatamente que eram guitarras do acervo do nosso amigo Sinval André. Entrei em contato com ele imediatamente para saber se era ele de fato que tinha me mandado o email pedindo ajuda para cotar os preços e ele disse que não era ele, que jamais venderia as guitarras dele. Eu na hora me indignei, é muita cara de pau desses psicopatas golpistas de quererem vir pedir ajuda, claro que eu nem respondi o email. Se alguém encontrar um anúncio com essas fotos, não se enganem, o anúncio é falso, um golpe. Eis as fotos da coleção do amigo Sinval André:










William de Oliveira



sábado, 14 de maio de 2016

A maldição da Squier: uma guitarra das trevas!


Fala galera do metal, estava eu perambulando pela internet quando me deparo com esse conto do amigo Vinícius do Vale:


Hoje, sexta feira 13 não poderia deixar de postar ela novamente! Acredite quem quiser, se trata de um fato real. Essa guitarra pertencia a banda Sarcófago, Sarcófago foi uma influente banda de metal extremo brasileira criada em 1985. O álbum de estreia do Sarcófago, INRI (1987), é considerado um dos primeiros lançamentos de black metal. A capa do disco apresenta os integrantes da banda usando corpse paint, o que serviria de grande influência para outros músicos do gênero. O grupo também é reconhecido na cena por ser pioneiro no uso de blast beats em seus álbuns. Seu terceiro LP, The Laws of Scourge (1991), foi um dos primeiros álbuns de death metal técnico já lançados. A Squier envenenada do homem é simplesmente aterrorizante (em breve explico porque), timbre perfeito e brilhante que faz jus a uma guitarra de época, o case aroma do metal, um acabamento sinistro que exala a presença do Rock n' Roll e seus mistérios. Pedaço de plástico é o que temos em grande quantidade hoje em dia, isso ai é simplesmente melodia rica, precisa, prazerosa e rara embora pra mim não sirva mais e explico porque. O problema todo vem agora, essa guitarra vem criando alguns cenários, e acontecimentos misteriosos, mais uma vez (acredite quem quiser), antes de mais nada quero dizer que acredito em Deus, ocorre que por algumas vezes notei acontecimentos estranhos com ela por perto, a primeira vez foi um estouro dado a uma outra Squier floyd rose que estava ao lado dela, a guitarra deu um estalo e arrebentou parada duas cordas de uma só vez. O segundo acontecimento veio quando eu estava regulando essa guitarra e ela sozinha plugada queimou um pedal afinador da marca Boss simplesmente não liga mais. O terceiro acontecimento e mais recente foi quando tive dois pesadelos em uma só semana, ocorridos em uma segunda,e outro numa sexta-feira e todos eles eram com cenários musicais, coisas sem explicação, muita treva e escuridão onde no meu sonho aparecia essa guitarra. Então veio a reflexão: Porque logo essa? E por duas vezes? Mais uma vez, acredite quem quiser, a real é.. INSTRUMENTO SINISTRO SÓ DE OLHAR. Podem vir amigos (como já vieram) falando pra mim consagrar, fazer orações etc. Tenho fé que possa resolver mais o negócio moçada é que a fulana é assustadora. Obrigado a todos e estou aguardando propostas ainda. Mais uma vez ressalto: acredite quem quiser, a guitarra está a disposição, foi trocada a cor, me parece ter sido azul ou amarela antes do preto, amigos disseram também que ela causou atrito/briga entre integrantes do Sarcófago. Segue o link da sinistra em ação: 



Obrigado à todos. 
Vinícius do Vale 


Especificações: 

Nome: Squier
Modelo: Superstrat
Série: ?
Madeira do corpo: ?
Madeira do braço: Maple
Escala: Rosewood
Corpo - Shape: Superstrat
Número de casas: 22
Configuração dos captadores: H/S/S
Controle: 1 Volume - 1 Tone
Cores: Black
Fabricação: Made in Korea
Ano: 198?
Fabricante: Fender
Período de Fabricação: 80'
Serial Number: E953801





terça-feira, 26 de abril de 2016

Regras: Coluna amigo Strateiro


Bem amigos da rede Strateira, aqui vão as regras e critérios comentados sobre como deverão ser as postagens (como elas sempre deveriam ter sido) daqui para frente:


1- O seu texto será postado e mantido no formato original da escrita, a menos que contenha erros gramaticais ou informações erradas do instrumento, estará sujeito à correção e alteração;

2- O seu texto deverá corresponder aquilo que de fato foi perguntado, não devendo fugir da proposta ou assunto abordado no tema;

3- O seu texto deverá ser satisfatório ao que corresponde nossa expectativa das postagens, ou seja, respostas diretas, curtas, resumidas ou muito abreviadas serão consideradas ruins e sua postagem será provavelmente descartada;

4- As fotos deverão mostrar as várias facetas do instrumento, serão cobradas no mínimo cinco fotos que serão utilizadas para ilustrar a postagem. Postagens com duas ou três fotos ou sem nenhuma foto serão descartadas; Quando enviar acima de 7 fotos, nos dará o direito de escolher entre as melhores;

5- As perguntas serão enviadas em formato de texto de arquivo do Word. Quando receber as perguntas, o amigo terá um prazo de 3 a no máximo 5 dias para entregar as respostas; 


No primeiro critério, recebemos muitos textos mal escritos com erros gramaticais ou de concordância verbal, sempre haverá correção dentro do possível. Informações consideradas erradas ou que vão contra a ideia do blog, também serão analisadas e corrigidas, mas a tendência é deixar o texto o mais perto do original do autor. No segundo critério, conforme escrevi no post anterior, muitas pessoas respondiam coisas diferentes do tema central abordado na pergunta. Se eu estou perguntando quais os "pontos negativos da sua guitarra", não adianta falar "bem da guitarra" e isso não irá nos ajudar de forma alguma, pois queremos saber exatamente aquilo que foi perguntado. Muitas vezes a gente perguntava sobre as limitações do instrumento e o cara se parava a elogiar a guitarra, sendo que em outra perguntávamos sobre os pontos positivos. No terceiro critério, conforma também mencionamos no post anterior, muitas pessoas tinham preguiça de escrever e respondiam as perguntas com uma ou duas palavras. Isso não será tolerado, quer ter sua guitarra postada no blog? Então se preste a escrever e detalhar melhor sobre sua história junto ao instrumento. Não existirá um mínimo de caracteres, cabe o bom senso nesse caso. No quarto critério, sobre as fotos, cansei de receber uma ou duas fotos horríveis do cabra tocando a guitarra, onde aparece mais a pessoa do que a guitarra. Em outros casos, fotos sem iluminação, tiradas de qualquer jeito com o celular e dificultando a visualização do mesmo. Fotos assim serão automaticamente deletadas. No quinto e último critério, o pior que poderia acontecer.. a falta de responsabilidade de algumas pessoas, que chegavam a levar um mês inteiro ou ás vezes até mais para enviar as respostas da entrevista e acabava por nos prejudicar, o mês passava e eu acabava não conseguindo fazer o post do sujeito, por isso vamos estabelecer um prazo justo. Se o cara levar mais de cinco dias, pelo menos manda uma mensagem avisando, ou algum sinal de vida.

É isso galera, espero que tenham entendido.

Abraços.

William de Oliveira